BRAÇO FORTE MÃO AMIGA
sábado, 30 de julho de 2011
DILMA E AS SOFRÍVEIS ESCOLHAS
Aloísio de Toledo César - O Estado de S.Paulo
É assustador verificar com o passar dos dias e das noites a nada tranquilizante capacidade de escolha de assessores pela presidente Dilma Rousseff. De início, quando era tão somente ministra do governo Lula e teve de se desincompatibilizar para disputar a Presidência da República, ela decidiu deixar em seu lugar uma senhora da qual o País guarda triste lembrança: a demitida ministra Erenice Guerra - e sua suspeitíssima família.
Essa senhora, conhecida por ser "escudeira" e "braço direito" de Dilma, montou no Palácio do Planalto uma central de lobby familiar-partidário que cobrava um "pedágio" de empresários interessados em fazer negócios com o governo. O próprio filho, que dias antes perambulava pela Esplanada dos Ministérios em cargos comissionados de pouca importância, tornou-se um próspero consultor de negócios, envolvendo, é claro, pessoas interessadas em transações com o governo federal.
Enfim, foi um horror. A nova ministra teve de ser afastada durante a campanha eleitoral, mas, dada a já conhecida incapacidade brasileira de exprimir indignação, o escândalo acabou relevado e nem teve influência marcante na disputa.
Da envolvida, contudo, era de esperar que tomasse mais cuidado nas escolhas, inclusive nas de pessoas que se encontram mais próximas dela, porque causam a impressão de ali estarem a serviço do ex-presidente, bem como de outros propósitos.
Foi o caso, por exemplo, do ex-ministro Antônio Palocci, de triste memória, que já saíra da prefeitura de Ribeirão Preto com uma avalanche de processos judiciais. Detinha uma biografia ruim, já havia sido afastado do Ministério de Lula com a imagem necrosada, mas, mesmo assim, acabou voltando aos braços de Dilma, como homem forte do seu governo, até que foi obrigado a sair pela porta dos fundos.
Quem não se lembra do ex-presidente Lula tentando defender Palocci e forçar sua permanência no cargo? Sempre que a gente dá uma cabeçada na vida, e isso acontece com praticamente todos, é importante aproveitar os ensinamentos daí advindos, como forma de evitar novos desacertos.
Mas, pelo jeito, essas lições de nada valeram à presidente Dilma: ao formar o seu Ministério, ela agiu sem critério que preservasse o interesse público e distribuiu cargos a pessoas que não mereceriam recebê-los. Por esse novo deslize acabou sofrendo solavancos, decorrentes de escândalos envolvendo avanço no dinheiro público.
É inacreditável que a presidente não tenha o cuidado de avaliar melhor as pessoas às quais entrega fatias do poder. É igualmente inacreditável que não se lembre de como ficaram comprometidos recentes protagonistas do mensalão e que a eles tenha entregue cargos de grande importância.
Essas transações, marcadas pela concessão de poder em troca de apoio político, fazem parte do dia a dia da democracia, mas devem efetivar-se com grandeza, com espírito público, jamais como se fosse uma simples operação mercantil.
O filósofo Sócrates, que tanto fustigava os poderes constituídos, costumava provocar os seus alunos - entre eles, Platão - com uma curiosa indagação: será preferível estar no poder ou ter os bolsos cheios de dinheiro? É evidente que a pergunta tinha o sentido de provocação filosófica, mas, nos dias de hoje, se bem observamos a República brasileira, seremos compelidos a concluir que boa parte dos governantes oscila entre as duas coisas, ou seja, quer o poder, mas quer também os bolsos cheios de dinheiro.
De início, salta aos olhos que a República, que deveria ser de todos, em verdade parece ser mais de alguns estrategicamente colocados em postos-chave, onde sobra dinheiro. O administrador público é guindado ao cargo para cuidar de uma coisa que não lhe pertence. Daí a necessidade de ser extremamente escrupuloso e, no mínimo, honesto.
Infelizmente, verifica-se que interesses individuais vêm prevalecendo sobre interesses públicos e a administração se processa em muitos casos como se os bens de todos pertencessem aos próprios administradores. Os exemplo de escândalos na Petrobrás e nos Ministérios, com demissões e episódios escabrosos que todo dia se renovam, propagam a fragilidade institucional.
Nada pior para conduzir um país ao descrédito do que a sucessão de escândalos, como no presente, principalmente quando não são acompanhados da necessária e desejável punição dos culpados.
Realmente, o que cada um de nós pode fazer contra essa repetição de escândalos? Neste momento, em que até a União Nacional dos Estudantes (UNE) se mostra obediente e submissa ao governo federal, a troco de dinheiro, não se pode esperar nem mesmo aquele entusiasmo que levava o Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, a infernizar o sossego dos governantes.
Jornais estrangeiros têm comentado com perplexidade a apatia brasileira diante dos escândalos, pondo em dúvida a nossa capacidade de indignação. Cada vez que alguém deixa de exercer o direito de berrar, de espernear, de mostrar o seu inconformismo contra esses escândalos, tal conduta equivale a ignorar, a desprezar a existência desse direito.
O mais desanimador é que o sofrível nível cultural médio da população brasileira engole esses escândalos como se fossem coisas corriqueiras na vida de um país democrático, quando, em verdade, representam antes a negação da democracia. O resultado das urnas, infelizmente, mostra que o que influi da hora de votar, predominantemente, é o dinheiro fartamente distribuído pelos que estão à cata de votos. Bolsa-Escola, Bolsa-Família têm esse lado trágico.
DESEMBARGADOR APOSENTADO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO, JORNALISTA E ADVOGADO
Essa senhora, conhecida por ser "escudeira" e "braço direito" de Dilma, montou no Palácio do Planalto uma central de lobby familiar-partidário que cobrava um "pedágio" de empresários interessados em fazer negócios com o governo. O próprio filho, que dias antes perambulava pela Esplanada dos Ministérios em cargos comissionados de pouca importância, tornou-se um próspero consultor de negócios, envolvendo, é claro, pessoas interessadas em transações com o governo federal.
Enfim, foi um horror. A nova ministra teve de ser afastada durante a campanha eleitoral, mas, dada a já conhecida incapacidade brasileira de exprimir indignação, o escândalo acabou relevado e nem teve influência marcante na disputa.
Da envolvida, contudo, era de esperar que tomasse mais cuidado nas escolhas, inclusive nas de pessoas que se encontram mais próximas dela, porque causam a impressão de ali estarem a serviço do ex-presidente, bem como de outros propósitos.
Foi o caso, por exemplo, do ex-ministro Antônio Palocci, de triste memória, que já saíra da prefeitura de Ribeirão Preto com uma avalanche de processos judiciais. Detinha uma biografia ruim, já havia sido afastado do Ministério de Lula com a imagem necrosada, mas, mesmo assim, acabou voltando aos braços de Dilma, como homem forte do seu governo, até que foi obrigado a sair pela porta dos fundos.
Quem não se lembra do ex-presidente Lula tentando defender Palocci e forçar sua permanência no cargo? Sempre que a gente dá uma cabeçada na vida, e isso acontece com praticamente todos, é importante aproveitar os ensinamentos daí advindos, como forma de evitar novos desacertos.
Mas, pelo jeito, essas lições de nada valeram à presidente Dilma: ao formar o seu Ministério, ela agiu sem critério que preservasse o interesse público e distribuiu cargos a pessoas que não mereceriam recebê-los. Por esse novo deslize acabou sofrendo solavancos, decorrentes de escândalos envolvendo avanço no dinheiro público.
É inacreditável que a presidente não tenha o cuidado de avaliar melhor as pessoas às quais entrega fatias do poder. É igualmente inacreditável que não se lembre de como ficaram comprometidos recentes protagonistas do mensalão e que a eles tenha entregue cargos de grande importância.
Essas transações, marcadas pela concessão de poder em troca de apoio político, fazem parte do dia a dia da democracia, mas devem efetivar-se com grandeza, com espírito público, jamais como se fosse uma simples operação mercantil.
O filósofo Sócrates, que tanto fustigava os poderes constituídos, costumava provocar os seus alunos - entre eles, Platão - com uma curiosa indagação: será preferível estar no poder ou ter os bolsos cheios de dinheiro? É evidente que a pergunta tinha o sentido de provocação filosófica, mas, nos dias de hoje, se bem observamos a República brasileira, seremos compelidos a concluir que boa parte dos governantes oscila entre as duas coisas, ou seja, quer o poder, mas quer também os bolsos cheios de dinheiro.
De início, salta aos olhos que a República, que deveria ser de todos, em verdade parece ser mais de alguns estrategicamente colocados em postos-chave, onde sobra dinheiro. O administrador público é guindado ao cargo para cuidar de uma coisa que não lhe pertence. Daí a necessidade de ser extremamente escrupuloso e, no mínimo, honesto.
Infelizmente, verifica-se que interesses individuais vêm prevalecendo sobre interesses públicos e a administração se processa em muitos casos como se os bens de todos pertencessem aos próprios administradores. Os exemplo de escândalos na Petrobrás e nos Ministérios, com demissões e episódios escabrosos que todo dia se renovam, propagam a fragilidade institucional.
Nada pior para conduzir um país ao descrédito do que a sucessão de escândalos, como no presente, principalmente quando não são acompanhados da necessária e desejável punição dos culpados.
Realmente, o que cada um de nós pode fazer contra essa repetição de escândalos? Neste momento, em que até a União Nacional dos Estudantes (UNE) se mostra obediente e submissa ao governo federal, a troco de dinheiro, não se pode esperar nem mesmo aquele entusiasmo que levava o Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, a infernizar o sossego dos governantes.
Jornais estrangeiros têm comentado com perplexidade a apatia brasileira diante dos escândalos, pondo em dúvida a nossa capacidade de indignação. Cada vez que alguém deixa de exercer o direito de berrar, de espernear, de mostrar o seu inconformismo contra esses escândalos, tal conduta equivale a ignorar, a desprezar a existência desse direito.
O mais desanimador é que o sofrível nível cultural médio da população brasileira engole esses escândalos como se fossem coisas corriqueiras na vida de um país democrático, quando, em verdade, representam antes a negação da democracia. O resultado das urnas, infelizmente, mostra que o que influi da hora de votar, predominantemente, é o dinheiro fartamente distribuído pelos que estão à cata de votos. Bolsa-Escola, Bolsa-Família têm esse lado trágico.
DESEMBARGADOR APOSENTADO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO, JORNALISTA E ADVOGADO
ACELERAÇÃO DA CORRUPÇÃO
- O Estado de S.Paulo
O sistema de vale-tudo nas relações entre a burocracia do Executivo, parlamentares e as empresas que conhecem o caminho das pedras para fazer negócios com a área federal engendrou no governo Lula um outro "PAC", mais bem-sucedido do que o original. Seria o Programa de Aceleração da Corrupção. Diga-se desde logo que conluios entre servidores venais, políticos de mãos sujas e negociantes desonestos não são uma exclusividade nacional e tampouco surgiram sob o lulismo. Mas tudo indica que a roubalheira na escolha dos fornecedores de bens e prestadores de serviços ao Estado brasileiro e nos contratos que os privilegiaram alcançou amplitude nunca antes atingida na história deste país nos governos petistas, e não apenas em função do patamar de gastos públicos. Mais decisivo para o resultado estarrecedor a que se chegou foi o perverso exemplo de cima para baixo. No regime do mensalão e das relações calorosas entre o presidente da República e a escória da política empoleirada em posições-chave no Parlamento, corruptores e corruptíveis em potencial se sentiram incentivados a assaltar o erário com a desenvoltura dos que nada têm a perder e tudo a ganhar. Nos últimos 30 dias, as histórias escabrosas trazidas à tona pelos escândalos revelados no Ministério dos Transportes tiveram o impacto de uma bomba de fragmentação que lançasse estilhaços em todas as direções da capital do País. Mas elas parecem apenas uma amostra do que vinha (e decerto ainda vem) se passando na máquina federal.
Ao passar o pente-fino em 142 mil licitações e contratos do governo assinados entre 2006 e 2010, referentes a obras e serviços no valor de R$ 104 bilhões, o Tribunal de Contas da União (TCU) topou com escabrosidades que caracterizam um padrão consolidado de delinquência, evidenciado em praticamente todos os aspectos de cada empreendimento (pág. A-4 do Estado de sexta-feira). As licitações se transformaram no proverbial jogo de cartas marcadas. Não apenas o governo fechava negócios com firmas cujos sócios eram servidores públicos aninhados no próprio órgão que encomendava a empreitada, mas em um dos casos esses funcionários integravam a comissão de licitação que acabaria por dar preferência às suas respectivas empresas.
Licitações eram dispensadas sem a apresentação de justa causa. Só uma empresa interessada ganhou 12 mil licitações; desistiu de todas para favorecer "concorrentes" que haviam apresentado lances mais altos. Duas ou mais empresas com os mesmos sócios participaram de 16 mil disputas. Cerca de 1.500 contratos foram assinados com empresas inidôneas ou condenadas por improbidade. Aditivos da ordem de 125% sobre o valor original - o limite legal é de 25% - engordaram 9.400 contratos. As irregularidades, que somam mais de 100 mil, "estão disseminadas entre todos os gestores", concluiu o relatório de 70 páginas da mega-auditoria realizada pelo tribunal de abril a setembro do ano passado.
Lamentavelmente, o tribunal manteve em sigilo - salvo para as Mesas da Câmara e do Senado, e o Ministério Público Eleitoral - a relação de parlamentares sócios de empresas contratadas pelo governo. A participação dos políticos nesses negócios ajuda a fomentar a corrupção, em razão dos seus íntimos entrelaçamentos com os centros de decisão no aparato administrativo. Além disso, a Constituição proíbe explicitamente que empresas que tenham parlamentares entre os seus sócios sejam contratadas pelo governo. Para contornar essa barreira, os políticos costumam deixar a gestão direta de suas firmas. Em pelo menos um caso, porém, o mandatário não se pejou de assinar ele próprio o contrato com uma repartição pública.
Quanto aos políticos citados no relatório, só dois nomes são conhecidos, graças ao trabalho de reportagem do Estado. São o senador e ex-ministro das Comunicações (afastado por suspeita de ilícitos) Eunício Oliveira e o notório deputado Paulo Maluf. Uma empresa do primeiro venceu uma licitação fraudada de R$ 300 milhões na Petrobrás. Uma empresa do segundo alugou um imóvel para o governo por R$ 1,3 milhão ao ano. Com "dispensa de licitação".
Vamos aguardar a divulgação da lista em poder dos membros das mesas do Senado e da Câmara dos Deputados.
Ao passar o pente-fino em 142 mil licitações e contratos do governo assinados entre 2006 e 2010, referentes a obras e serviços no valor de R$ 104 bilhões, o Tribunal de Contas da União (TCU) topou com escabrosidades que caracterizam um padrão consolidado de delinquência, evidenciado em praticamente todos os aspectos de cada empreendimento (pág. A-4 do Estado de sexta-feira). As licitações se transformaram no proverbial jogo de cartas marcadas. Não apenas o governo fechava negócios com firmas cujos sócios eram servidores públicos aninhados no próprio órgão que encomendava a empreitada, mas em um dos casos esses funcionários integravam a comissão de licitação que acabaria por dar preferência às suas respectivas empresas.
Licitações eram dispensadas sem a apresentação de justa causa. Só uma empresa interessada ganhou 12 mil licitações; desistiu de todas para favorecer "concorrentes" que haviam apresentado lances mais altos. Duas ou mais empresas com os mesmos sócios participaram de 16 mil disputas. Cerca de 1.500 contratos foram assinados com empresas inidôneas ou condenadas por improbidade. Aditivos da ordem de 125% sobre o valor original - o limite legal é de 25% - engordaram 9.400 contratos. As irregularidades, que somam mais de 100 mil, "estão disseminadas entre todos os gestores", concluiu o relatório de 70 páginas da mega-auditoria realizada pelo tribunal de abril a setembro do ano passado.
Lamentavelmente, o tribunal manteve em sigilo - salvo para as Mesas da Câmara e do Senado, e o Ministério Público Eleitoral - a relação de parlamentares sócios de empresas contratadas pelo governo. A participação dos políticos nesses negócios ajuda a fomentar a corrupção, em razão dos seus íntimos entrelaçamentos com os centros de decisão no aparato administrativo. Além disso, a Constituição proíbe explicitamente que empresas que tenham parlamentares entre os seus sócios sejam contratadas pelo governo. Para contornar essa barreira, os políticos costumam deixar a gestão direta de suas firmas. Em pelo menos um caso, porém, o mandatário não se pejou de assinar ele próprio o contrato com uma repartição pública.
Quanto aos políticos citados no relatório, só dois nomes são conhecidos, graças ao trabalho de reportagem do Estado. São o senador e ex-ministro das Comunicações (afastado por suspeita de ilícitos) Eunício Oliveira e o notório deputado Paulo Maluf. Uma empresa do primeiro venceu uma licitação fraudada de R$ 300 milhões na Petrobrás. Uma empresa do segundo alugou um imóvel para o governo por R$ 1,3 milhão ao ano. Com "dispensa de licitação".
Vamos aguardar a divulgação da lista em poder dos membros das mesas do Senado e da Câmara dos Deputados.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
O que é ser Presidente e o que é ser ESTADISTA.
PRESIDENTE:
"Administrar o dia a dia, fazer parte da politicagem, pensar nas próximas eleições, não agir com mão de ferro contra a corrupção e cercar-se de MEDÍOCRES."
ESTADISTA:
" Pensar no futuro, planejar 25 anos à frente, governar para o POVO e não para um grupo, prestigiar os Poderes da Nação, combater a corrupção e colocar na cadeia os corrúptos, seja quem for, resolver os problemas nacionais pra o engrandecimento da Nação, cercar-se de homens com H MAIÚSCULO e não abridoras de porta e ladrões da coisa pública"
"Administrar o dia a dia, fazer parte da politicagem, pensar nas próximas eleições, não agir com mão de ferro contra a corrupção e cercar-se de MEDÍOCRES."
ESTADISTA:
" Pensar no futuro, planejar 25 anos à frente, governar para o POVO e não para um grupo, prestigiar os Poderes da Nação, combater a corrupção e colocar na cadeia os corrúptos, seja quem for, resolver os problemas nacionais pra o engrandecimento da Nação, cercar-se de homens com H MAIÚSCULO e não abridoras de porta e ladrões da coisa pública"
segunda-feira, 25 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Opinião do Jotinha: AH, SE FOSSEMOS DO PT...
Estaríamos "embriagados"com tantos sucessos!!!!!
É o emprego garantido. Se sindicalista, é juntar a fome com a vontade de comer. Se perder a eleição, não se preocupe, temos uma "boquinha" ou melhor uma vaguinha para você. É a glória, o sucesso, sem qualquer mérito, mas quem está preocupado com isso?
Os idiotas abrem as portas para nós!!! Pequenos percalços, alguns até incentivados por nós, tonteiam a enrolada e fajuta oposição e obscuram a visão dos mais críticos.
O MST prossegue impune como entidade sem registro, mas presenteada com recursos governamentais, mais agressivos, conforme os "PLANOS"!!!
Reforçamos as divisões sociais e AUMENTAMOS as diferenças. NEGROS, ÍNDIOS, QUILOMBOLAS, PERVERTIDOS SEXUAIS, ESTUDANTES BENEFICIADOS COM BOLSAS, MACONHEIROS E BANDIDOS PRESOS OU AINDA SOLTOS NOS ADORAM!!!!
Pagamos auxílio-reclusão para quem vai preso, mas não para as vítimas. Os DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS entram em orgasmo com esta e outras medidas, que consideram compensadoras de seus esforços do "TUDO PELO SOCIAL"!!!
Inventamos as cotas, alimentamos raivas, adubamos ódios e fortalecemos as nossas posições. Sem esforço encurralamos a "MILICADA"!!!
Desarmamos todos os homens HONESTOS. Só falta proibir a cusparada em nós, que breve será enquadrada em crime hediondo.
Somos batutas em criar Seminários, Debates, e Referendos!!!!
Metemos a mão em tudo. Como nada fazem, vamos em frente.
Apadrinhamos o TREM-BALA contra tudo e contra todos. Soltamos o Batistti, entregamos os exilados cubanos, expulsamos os plantadores de Roraima e abençoamos como FAMÍLIA a "juntada" de dois homens, de duas mulheres, meras amostras de COMO e de QUANTO podemos.
Decretamos que é proibido beber um copo de cerveja se for dirigir, apesar de já existirem rígidas regras de controle através dos bafômetros, nunca dantes aplicados. Para os TROUXAS um tremendo sinal que o governo está preocupado com a moral e os bons costumes(uma piada).
Engrandecemos o "POLITICAMENTE CORRETO". Mas matreiramente, decidimos o que é politicamente correto, logo...chamamos de afro-descendentes os negros, de incompreendidos sexuais as mais asquerosas "bichonas" e, carinhosamente de aloprados a um bando de malfeitores.
Estamos de olho na comunidade maconheira, por isso acenamos a nossa simpatia para a descriminalização do produto, é o voto certo da GALERA!!!
Na educação o lema é "DESEDUCANDO" que se vai ao longe. Nas Escolas, nas Universidades estamos formando novos quadros, jovens cheios de idéias, combativos, dispostos a tudo, inclusive, COLHER CANA EM CUBA!!!!
Nos livros, um patrulhamento infame, até Monteiro Lobato foi escrachado. Incentivamos a incerteza sexual das criancinhas. Os desnortiados serão presa fácil para agregar nossos OBJETIVOS!!!
Nas artes vivas a sodomia , pois quanto mais promiscuidade melhor.
Nossa gestão de tirar dinheiro de muitos, segurar uma parte para nós e repartir o resto para a comunidade "pobre" é elogiada mundo a fora. Incentivamos a poupança sabendo que ela rende menos que a inflação. Patrocinamos com POLPUDOS aportes as ONGs co-irmãs.
O PAC 1 vai de mal a pior, e até criamos o PAC 2, mas o que importa é inaugurar o teleférico das comunidades no Rio de Janeiro. Isto dá IBOPE!!!!!!!!
Banalizamos a prática da negociação malandra, quando nós e os nossos comparsas ganhamos, só a "VIÚVA" é quem perde, e ninguém reclama.POR QUE SERÁ???????
Aprovamos o Regime Diferenciado de Contratações(viva a Copa), que muito breve deverá ser extensivo às obras do PAC, metemos a mão na Vale do Rio Doce. o BNDES é o nosso caixa dois, a Petrobrás é do PT e os sindicatos não prestam contas a ninguém!!!
Enfim, culpamos a sociedade por todas as mazelas, diferenças sociais, atrazos e demais estorvos da Nação, por isso, por seu desleixo, ela deve pagar com pesados impostos. Daí é só COBRAR que a sociedade "culpada", paga sem chiar!!!!!!
Assim, em menos de uma década, subvertemos as mentes e as consciências. Não há do que reclamar, melhor estraga!!!!!!!!
Em cada rincão, temos massas de manobras para com violência subliminar e assim alicerçamos nossas POSIÇÕES. A Idelli de "leão de chácara" foi travestida em "MISS SIMPATIA". Mas é isso que o povo gosta.
Por tudo, é fácil entender porque nos VANGLORIAMOS de ser PETISTA!!!!!!!!!!!
Querem mais????
QUEM VIVER VERÁ!!!!
É o emprego garantido. Se sindicalista, é juntar a fome com a vontade de comer. Se perder a eleição, não se preocupe, temos uma "boquinha" ou melhor uma vaguinha para você. É a glória, o sucesso, sem qualquer mérito, mas quem está preocupado com isso?
Os idiotas abrem as portas para nós!!! Pequenos percalços, alguns até incentivados por nós, tonteiam a enrolada e fajuta oposição e obscuram a visão dos mais críticos.
O MST prossegue impune como entidade sem registro, mas presenteada com recursos governamentais, mais agressivos, conforme os "PLANOS"!!!
Reforçamos as divisões sociais e AUMENTAMOS as diferenças. NEGROS, ÍNDIOS, QUILOMBOLAS, PERVERTIDOS SEXUAIS, ESTUDANTES BENEFICIADOS COM BOLSAS, MACONHEIROS E BANDIDOS PRESOS OU AINDA SOLTOS NOS ADORAM!!!!
Pagamos auxílio-reclusão para quem vai preso, mas não para as vítimas. Os DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS entram em orgasmo com esta e outras medidas, que consideram compensadoras de seus esforços do "TUDO PELO SOCIAL"!!!
Inventamos as cotas, alimentamos raivas, adubamos ódios e fortalecemos as nossas posições. Sem esforço encurralamos a "MILICADA"!!!
Desarmamos todos os homens HONESTOS. Só falta proibir a cusparada em nós, que breve será enquadrada em crime hediondo.
Somos batutas em criar Seminários, Debates, e Referendos!!!!
Metemos a mão em tudo. Como nada fazem, vamos em frente.
Apadrinhamos o TREM-BALA contra tudo e contra todos. Soltamos o Batistti, entregamos os exilados cubanos, expulsamos os plantadores de Roraima e abençoamos como FAMÍLIA a "juntada" de dois homens, de duas mulheres, meras amostras de COMO e de QUANTO podemos.
Decretamos que é proibido beber um copo de cerveja se for dirigir, apesar de já existirem rígidas regras de controle através dos bafômetros, nunca dantes aplicados. Para os TROUXAS um tremendo sinal que o governo está preocupado com a moral e os bons costumes(uma piada).
Engrandecemos o "POLITICAMENTE CORRETO". Mas matreiramente, decidimos o que é politicamente correto, logo...chamamos de afro-descendentes os negros, de incompreendidos sexuais as mais asquerosas "bichonas" e, carinhosamente de aloprados a um bando de malfeitores.
Estamos de olho na comunidade maconheira, por isso acenamos a nossa simpatia para a descriminalização do produto, é o voto certo da GALERA!!!
Na educação o lema é "DESEDUCANDO" que se vai ao longe. Nas Escolas, nas Universidades estamos formando novos quadros, jovens cheios de idéias, combativos, dispostos a tudo, inclusive, COLHER CANA EM CUBA!!!!
Nos livros, um patrulhamento infame, até Monteiro Lobato foi escrachado. Incentivamos a incerteza sexual das criancinhas. Os desnortiados serão presa fácil para agregar nossos OBJETIVOS!!!
Nas artes vivas a sodomia , pois quanto mais promiscuidade melhor.
Nossa gestão de tirar dinheiro de muitos, segurar uma parte para nós e repartir o resto para a comunidade "pobre" é elogiada mundo a fora. Incentivamos a poupança sabendo que ela rende menos que a inflação. Patrocinamos com POLPUDOS aportes as ONGs co-irmãs.
O PAC 1 vai de mal a pior, e até criamos o PAC 2, mas o que importa é inaugurar o teleférico das comunidades no Rio de Janeiro. Isto dá IBOPE!!!!!!!!
Banalizamos a prática da negociação malandra, quando nós e os nossos comparsas ganhamos, só a "VIÚVA" é quem perde, e ninguém reclama.POR QUE SERÁ???????
Aprovamos o Regime Diferenciado de Contratações(viva a Copa), que muito breve deverá ser extensivo às obras do PAC, metemos a mão na Vale do Rio Doce. o BNDES é o nosso caixa dois, a Petrobrás é do PT e os sindicatos não prestam contas a ninguém!!!
Enfim, culpamos a sociedade por todas as mazelas, diferenças sociais, atrazos e demais estorvos da Nação, por isso, por seu desleixo, ela deve pagar com pesados impostos. Daí é só COBRAR que a sociedade "culpada", paga sem chiar!!!!!!
Assim, em menos de uma década, subvertemos as mentes e as consciências. Não há do que reclamar, melhor estraga!!!!!!!!
Em cada rincão, temos massas de manobras para com violência subliminar e assim alicerçamos nossas POSIÇÕES. A Idelli de "leão de chácara" foi travestida em "MISS SIMPATIA". Mas é isso que o povo gosta.
Por tudo, é fácil entender porque nos VANGLORIAMOS de ser PETISTA!!!!!!!!!!!
Querem mais????
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